As pesquisas mais recentes mostram que depressões, surtos psicóticos e ataques de pânico alteram a estrutura cerebral em termos químicos (neurotransmissão), microscópicos (neurônios, dendritos e axônios) e estruturais (volume de certas estruturas cerebrais). Provavelmente essa é a explicação para o que se sabe há décadas: quanto mais cedo se trata depressão, ansiedade, pânico, stress, DDA, psicose, cefaléia, etc., melhor.
Atenção: vale para quase todas as patologias da Neuropsiquiatria: quanto mais cedo se trata uma fase depressiva, ou um surto psicótico, uma cefaléia, um DOC, um ataque de Pânico, etc., melhor. Depois que o cérebro "aprende" a produzir esses sintomas, é cada vez mais fácil para ele produzi-los. Ou seja, crises, "quanto mais tem mais tem e quanto menos tem menos tem". Portanto deixe seus preconceitos de lado e procure tratamento.

Dr Rubens Pitliuk

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Os problemas descritos neste Site em sua imensa maioria são tratáveis e os pacientes ficam bons. Os depoimentos foram escritos pela  minoria:

  • Cujo tratamento foi ou está sendo muito difícil.

  • Que procurou tratamentos alternativos ineficazes e cronificaram.

  • Que simplesmente não se tratou por desconhecimento ou preconceito.

  • Que foi tratada de maneira inadequada.

  • Que não foi tratada pela minha equipe J

A grande maioria das pessoas fica boa e não escreve nem fala mais sobre o assunto.

Sofro com todos esses maus, nunca tive coragem de contar a ninguém, pois não suporto a idéia de me acharem louca; porque todas essas sensações são muito louca gente, meu maior problema e o medo, pois tenho medo de tudo; ate de ir ate a esquina, tudo começou a dois anos por causa de um assalto que eu sofri, onde ate tiro dispararam contra mim, eu trabalhava de cobradora de ônibus, no momento do assalto, por sorte o tiro não pegou, mas ficou esses traumas de sair de ir pra festas, não consigo mas levar uma vida como antes, quando tento ir pra uma festa passo mau de tanto medo sinto coração dispara a boca seca fico tonta não durmo bem, estou emagrecendo, que coisa triste e essa que para nossas vidas, preciso que me indique um remédio pois nunca tomei nada, nem nunca procurei um medico, pois sempre tive vergonha de assumir tudo isso.

DR, sofro de doença do Pânico, meu problema foi desencadeado após ter desmaiado na sala de aula tirando sangue no laboratório, na frente de todos, depois desse fato passei a ter medo de desmaiar novamente, ter medo de sair a noite, ter medo de ir para aula, logo após veio depressão, TOC, e medo de descontrole!! após várias medicações erradas, agora faço tratamento ótimo com psiquiatra onde tomo PONDERA, Rivotril 0.5, estou ótimo retornei minha vida normal, O PROBLEMA é que eu bati a cabeça levei 5 pontos e nesse episódio vim a desmaiar de novo!! como tudo desencadeou pelo desmaio o filme passou pela minha cabeça de novo e mesmo com a medicação estou tendo ataques LEVES de Pânico novamente!! não faço mais psicoterapia, mais tomo meus remédios religiosamente! minha pergunta agora é o que eu faço?? estava curado, estou medicado!! e estou sentindo que vai acontecer uma recaída?? me de sua opinião?? desde já agradeço pelo seu tempo!!

Eu gostaria pedir uma ajudinha e que a minha namorada anda acontecendo uma série de coisas com ela, ela recentemente Foi seqüestrada e agora tem medo de sair ate pro portão de sua própria casa eu sempre tento convencê-la a sair mas não adianta ela fala que tem muito medo de acontecer tudo novamente ela tinha que ir ao medico Hoje mas não conseguiu ela foi ate o ponto de ônibus e disse que na hora que viu um rapaz tatuado ela fico com medo e volto, agora ela se queixa tah triste pelo fato de esta decepcionando todos da família e a mim eu tento consolar ela falando que não tah decepcionando ninguém so queremos que ela pegue alto confiança nela, ela me fala que tenta mas o medo e maior eu gostaria que vocês me desse uma ajuda sobre isso

Quando tinha 19 anos vi um acidente feio que causou a morte de muita pessoas na frente da minha casa, fui várias vezes parar no hospital nervosa, ate que em uma dessas vezes descobrir que estava grávida e também que tinha alergia a alguns medicamentos como: Dipirona e sulfa. Passei a minha gravidez toda tomando Calman e indo ao psicólogo. Melhorei, mas até hoje não consigo tomar um medicamento mesmo sendo indicado pelo medico e sabendo que não vai me fazer mal. Sofro muito com isso pois as vezes fico doente e não tomo remédio e sinto dores, pois penso é melhor esperar a dor passar do que ter uma crise de alergia e morre. Graças a Deus nunca tive nada grave além de gripes, mas sei que tenho que superar este medo, pois tenho 29 anos e estou ficando velha e um dia posso ter algo grave. Como posso reagir a está situação (até medo de vacina eu tenho e já perdi um emprego por causa deste meu medo).

Tenho 35 anos meu depoimento não é muito diferente, em 1994 perdi um irmão em um assalto, sofri muito e a partir daí começou as crises de SP, nem sabia que era isso, depois de consultas, exames de todos os tipos, e sem resultados negativos, o médico me indicou um psiquiatra para me acompanhar me tratei com remédios durante 03 anos, após isso fiquei bem, mais sempre com medo de toda aquela sensação de morte voltar, bem agora em 2007 início de janeiro voltei a ter uma crise, e tive uma forte durante essa noite, foi terrível, pulei da cama, meu coração parecia sair na boca, suando e tremendo mais em poucos minutos aquilo passou, meu medo maior é de altura, elevador, ambientes muito cheios, viagem a noite, dirigir. Estarei passando novamente com o psiquiatra e espero em Deus voltar tudo ao normal novamente.

Minhas crises de Síndrome do Pânico desencadearam depois de uma tentativa de assalto que até hoje ninguém sabe ao certo, se realmente era isso que o tal homem queria e depois de algumas ligações supostamente ameaçadoras pra uma pessoa que havia passado por tal situação a menos de uma semana. Já vão fazer 2 anos que enfrento essa barra da SP. No começo sentia muito medo de sair de casa sozinha, cheguei ao ponto de não mais dormir em casa com medo de alguém entrar e me matar. Se alguém vinha me perguntar algo sobre a minha vida, eu mentia com medo de que essa pessoa quisesse me fazer algum mal. Passei 8 dias dormindo 1 hora por dia e pela manhã quando eu achava que tudo estava mais seguro. Passava todas as noites olhando pela varanda qualquer movimento estranho pela rua... Quando tive a primeira crise de taquicardia, suores, sensação do corpo esquentando, olhava pras minhas mãos e tinha a impressão que minhas veias ficavam mais escuras... Fui pro hospital em crise de choro e gritando que ia morrer. O medico me atendeu e tive que escutar da boca dele pelo menos 7 vezes de que eu não tinha nenhum problema de coração e que não ia morrer... Ainda fui ao consultório dele outra vez pra ele fazer outros exames pra ter mais uma vez certeza do que ele estava me dizendo. Depois disso fiquei apavorada não comendo mas nada com muito sal com medo de ter problema de pressão e passei a comer bastante doce, não conseguia mais assistir aulas na faculdade, nem ir a academia pois achava que fazendo exercício ia sobrecarregar o coração e ia ter um problema... Entre outubro e dezembro de 2005 as coisas pareciam melhorar.. consegui viajar de avião sem tomar 2 comprimidos de Tranqüilizantes fortes mas ainda um pouco ansiosa. Mas esse ano as crises voltaram a acontecer... Em uma viajem pra Natal-RN a noite já estava deitada quando pensei ' vou ter taquicardia ' e tive... liguei pra minha mãe aos prantos dizendo que ia morrer que não estava agüentando que eu tava me sentindo quente... como ela já sabia o que acontecia, me pediu calma e pra eu ir dormir... So consegui dormir as 3 da manhã rezando muito... Sempre me aparecem essas coisas a tarde pra noite... é terrível! Quase não consigo mais sair de casa novamente e tento esconder da minha mãe pois abandonei o psiquiatra e o psicólogo pensando que tudo tinha passado e minha mãe não concordou com isso... mas infelizmente não da pra esconder tudo pois sempre gosto de acompanhar meu namorado em jogos nos estádio e nem a isso eu consigo mais, pois tenho medo de passar mal por la... gostei muito de encontrar esse site e ver que o que sinto não é loucura nem frescura (como as pessoas dizem) e que eu posso ter uma ajuda! Obrigado

TENHO 29 ANOS, DEPOIS DE JANEIRO DESTE ANO SOFRI UMA INTOXICAÇÃO ALIMENTAR POR LEITE ESTRAGADO, DEPOIS DISTO ACHEI QUE NÃO PODERIA MAIS SEGURAR AS DIARRÉIAS QUE MESMO APÓS O TRATAMENTO PERSISTIAM. COMECEI A DESENVOLVER PÂNICO DE ANDAR EM ÔNIBUS, CARRO E ATÉ A PÉ. CONTUDO PROCUREI O MÉDICO DA MINHA MÃE QUE TAMBÉM SOFRE DE PÂNICO E ELE ME RECEITOU MEDICAMENTOS, FOI COMO TIRAR COM A MÃO.

TENHO SP, HA 1 ANO MAIS SÓ DESCOBRIR DENTRO DE MIM HA UMA SEMANA ATRÁS, POIS FUI ASSALTADA 3 VEZES, MAIS SÓ NA ÚLTIMA FIQUEI PIOR, QUANDO VEJO PESSOAS NAS RUAS PENSO Q E LADRÃO, E COMEÇO SUAR FRIO, TER FALTA DE AR, E UMA VONTADE IMENSA DE IR 'PARA CASA, JÁ NÃO CONSIGO SAIR SOZINHA, DIRIGIR, FICO PENSANDO QUANDO COMEÇAR AS AULAS DA FACULDADE. PRECISO DE AJUDA.

Há exatamente um ano presenciei um acidente com pessoa da família. No momento, me deu uma tremedeira, natural de quem se assusta, eu acho. Só que, tudo passou, mas fiquei com um tremor nas mãos que antes eu não tinha. Fui ao médico logo depois ( C. geral ) e ele me disse que isso ia passar, era "só" um trauma emocional e me deu um calmante fraquinho. Até hoje não passou. O Neurologista me disse o mesmo Tenho 48 anos. O tremor não é por demais forte, como o tremor essencial ou Parkinson, mas me atrapalha para fazer movimentos delicados. Trabalho com pintura de tecidos e agora o pincel chegar a pular nas minhas mãos. Quando estou sob forte emoção, aí piora e é perceptível para as outras pessoas. Será que terei que me acostumar com isso ? É mesmo o trauma emocional ?

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