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Prezado Doutor Rubens, Sou psicóloga e atendo uma moça de 16 anos que veio à
terapia trazida pela mãe. Trata-se de pessoa de difícil relacionamento
familiar e social. É filha única e diz que desde pequena não consegue manter
amigos, briga constantemente com os colegas de escola, quer comandar a vida da
mãe, se diz perfeccionista. O nível de rejeição dos colegas é tanto que
não aceitam fazer atividades em grupo com ela, porque dizem que ela é
orgulhosa, mandona e tudo tem que ser como ela quer. Não consegue pegar um
ônibus sozinha. Não gosta das diversões próprias da idade. Eventualmente vai
à um shopping com a mãe. Pude ver duas reações estranhas da parte dela, a
primeira quando a mãe relatou que é agredida pelo marido e forçada a ter
relações íntimas com muita violência e só não se separa porque a filha
não aceita. Quando disse a ela que filhos não devem se intrometer nos
problemas do casal, ficou emburrada, não disse mais nada e na saída bateu a
porta com toda força. Ficou um mês sem aparecer. No sábado passado, durante a
sessão, disse que tinha ido apenas me dizer que não havia batido a porta e que
não ia mais fazer terapia. Tentei motivá-la lembrando-a que a sua queixa
principal era a dificuldade de relacionamentos e que para conseguir ter amigos
ela precisaria mudar algumas atitudes no que eu poderia ajudá-la. A moça
levantou-se num pulo e saiu gritando. Creio que ela tem alguma Fobia, mas que
também existe alguma outra patologia, que ainda não consegui diagnosticar,
pois tivemos somente seis sessões. Ela não aceita que discordem dela.Sugeri a
mãe levá-la ao psiquiatra. O que o senhor me diz? Obrigado pela sua atenção. Gelza
R:
Olá Gelza, acho que voce fez uma indicação adequada ao encaminhar para o psiquiatra, pois
sem um tratamento clínico nem seria possível ajudar esta moça em
psicoterapia. Dra. Alina Landi
P: Meu problema é a terapia que
fiz há alguns anos atrás pois me apaixonei pela psicóloga e achei que estava
ficando louco lembro dela e tenho saudade o que eu faço para lidar com a transferência, estou
muito triste depois que fiquei sem terapia. O que eu posso fazer para contornar
essa situação. Aguardo uma resposta.
R: Sugiro vc. procurar uma
outra psicoterapia, desta vez com um homem para discutir as transferências que
houveram, que muitas vezes acontecem mas que devem ser desmanchadas e dirigidas
para as pessoas reais que influenciam sua vida: fora do consultório. Juarez
Lopes Neto
P: Sempre fui uma pessoa tímida e
'normal', mas há 3 anos percebi uma mudança na minha vida, desde então tenho
vivido 'automaticamente', sem 'viver' os momentos como antes, tendo dificuldades
de captar e conseqüentemente lembrar das coisas.. E isso tem me causado
constantes crises existenciais (questionamento sobre tudo, inclusive da vida).
Isso pode ser um problema neurológico/hormonal, ou seria psicológico?
P: Analise e questione estes
problemas e esta distância da realidade em uma psicoterapia que avaliará se é
necessário vc. ser diagnosticado por um medico psiquiatra. Há a hipótese de
ser conseqüência de uma depressão e assim poderá auxiliar o tratamento
psicológico com medicação apropriada. Dr. Juarez Lopes Neto
P: ADOREI ENCONTRAR ESTE SITE.
AMENIZA NOSSAS DÚVIDAS E SOFRIMENTOS. OBRIGADA
INICIEI HÁ TRINTA DIAS UM TRATAMENTO COM PSIQUIATRA COM LÍTIO, RIVOTRIL, MEIO
À NOITE E HALDOL. SOFRI UMA DECEPÇÃO COM UM FILHO E CHOREI 3 MESES SEGUIDOS.
APÓS A MEDICAÇÃO, VOLTEI AO NORMAL. APÓS 40 DIAS ELE SUGERIU PARAR COM O LÍTIO
E ENTÃO COMECEI A ME EMOCIONAR NOVAMENTE. O QUE O SENHOR SUGERE?
R: Valdivia, eu sugiro que
mesmo voltando à medicação, que é necessário para vc. se equilibrar, que
faça também uma psicoterapia para reorganizar suas emoções e equalizar
sensatamente esta decepção que ocorreu. Muitas vezes ampliamos e aumentamos os
fatos porque idealizamos as pessoas, principalmente as pessoa próximas. Juarez
Lopes Neto
P: Boa tarde Dr. Juarez, eu tenho
um filho com 16 anos e desde criança ele sempre teve muito medo de tudo. Achei
que com o tempo isto iria melhorar, mas infelizmente não melhora. Vou tentar te
explicar o que ocorre: Se algum menino da escola dele comentar que ele tem um
tênis bacana, ele já acha que o menino está querendo roubá-lo e pensa muitas
coisas ruins, chega a chorar de medo e não quer ir mais a escola. Ele diz que
vive com medo que eu vou morrer ou a vó dele vai morrer. Enfim só tem
pensamentos ruins. Eu vejo que ele sofre com isso, pois deixa de fazer muitas
coisas. Será que ele sofre de síndrome do pânico???
R: Eu sugiro consultar um
psiquiatra para ele ser corretamente diagnosticado e orientado. Ele pode ter um
grande ansiedade (tag) e conseqüentemente descarrega em pensamentos recorrentes
negativos ou uma depressão ansiosa. Fazer uma psicoterapia para aprender a “desconstruir”
estes pensamentos negativos e ter um dia-a-dia mais tranqüilo e seguro. Dr. Juarez
Lopes Neto
P: Meu nome é Valéria, e
tenho 38 anos, qdo estava grávida de 34 semanas perdi meu avô que me criou,
fiquei muito abalada, depois tive minha 1ª filha, hoje com 1 ano e 8 meses,
desde então o nascimento dela, venho tendo sintomas como, taquicardia, visão
nublada, dores no peito, formigamento nas mãos e pernas, e um terrivel medo de
morrer, já desconfiei que pudesse ter síndrome do pânico, mas nunca procurei
um médico, já fiz vários exames e não tenho nada. Além de todos esses
sintomas, tem um que ainda não li em nenhum lugar, sinto medo de tomar
remédios alopáticos, e qdo tomo os sintomas vem com maior intensidade, como se
o remédio fizesse mais mal do que bem. Gostaria de saber o que tenho e porque
isso acontece?
R: Vc. deve ter ma grande
ansiedade que trazem estes sintomas como conseqüência. Esta Fobia por
medicação não é incomum. Tente consultar um psiquiatra para ser corretamente
diagnosticada e orientada. Faça uma terapia cognitivo comportamental para
conseguir confrontar com suas dificuldades, isto é possível e vc. terá uma
qualidade de vida melhor, sem tanta ansiedade. Dr. Juarez Lopes Neto
P: Procurei um
psiquiatra pois venho me sentindo muito triste ultimamente, com muita
irritação, tenho sido até mesmo agressiva com meus colegas de trabalho, enfim
não tenho conseguido me manter calma como costumo ser. Preciso chorar durante
horas pra depois me acalmar, isso tudo foi com q me fez procurar ajuda medica,
ele me receitou Fluoxetina d 20 e Donaren de 50, mesmo assim não tenho
conseguido dormir, ah tbm receitou Rivotril antes de dormir, disse que eu posso
estar sofrendo de bipolaridade, eu pergunto isso é possível? Tenho muito medo
de minhas reações, pois tem horas q penso em me matar. Gostaria de saber se
devo procurar outro profissional e continuo a tomar este medicamentos, espero
sua ajuda, Ana Lúcia.
R: Os
anti-depressivos demoram em média 30 dias para ter seu efeito completo. Se
depois deste prazo vc. não sentir melhoras, sugiro questionar seu médico em
relação à dosagem ou mudança de tipo de anti-depressivo ou até procurar
outra opinião psiquiátrica. Quanto à bipolaridade para ter um diagnóstico é
preciso ter seu histórico de vida e uma anamnese bem feita. Faça uma
psicoterapia que lhe ajudará a responder seus questionamentos e atingir um
equilíbrio emocional. Juarez Lopes Neto
P: TENHO O COSTUME
DE ME IMAGINAR SENDO TORTURADA, ÀS VEZES PROVOCO MARCAS NÃO VISÍVEIS AOS OUTROS. FAÇO
TERAPIA MAS NÃO TENHO CORAGEM DE FALAR SOBRE ISSO. MEDICAMENTOS EM USO:
SERTRALINA, RISPERIDON RECEITADOS POR UM PSIQUIATRA. NÃO CONSIGO PARAR, FAÇO
ISTO TODOS OS DIAS A QUALQUER MOMENTO.
R: Pode see tratar
de um TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) ou de um problema psicológico. Mas
se vc não confia no seu psicoterapeuta, vai confiar em quem ? Seria
interessante você expor esse problema a um psiquiatra (que é médico) para ele
fazer o diagnóstico diferencial e sugerir o tratamento mais adequado.
P:
Li em um artigo sobre Síndrome do Pânico e tb sobre Transtorno Bipolar, faço
terapia com psicóloga e acreditamos que eu tenha os dois transtorno, onde fui
encaminhada para um psiquiatra, mas ainda n o procurei, gostaria de saber
se os dois quadros me impediriam de trabalhar, já que minha profissão exige
contato direto com clientes, e algumas vezes já aconteceu de eu passar mal, no
trabalho, levando assim a conseqüências mais violentas. hoje n estou
trabalhando, mas esses transtornos se tornam cada dia mais freqüente em minha
vida. e piorando ainda mais, por falta de compreensão por parte de meu marido.
gostaria muito de informações, dito acima sobre trabalhar.... no mais agradeço
a atenção. Eliani
R:
Não demore mais tempo para procurar ajuda médica, ser diagnosticada e medicada
para melhorar sua qualidade de vida, inclusive melhorar sua disposição para
trabalhar....quanto à psicoterapia continue porque ela é essencial até para
conseguir um melhor relacionamento com seu marido. Dr. Juarez Lopes Neto
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