Mental Help:Psiquiatria,Neuropsiquiatria. Psychiatry

Nossa Equipe

Doenças e tratamentos

Medicamentos

Psicoterapia

Perguntas, Respostas, Depoimentos, Elogios e Críticas

Psiquiatria Infantil

Indicador de médicos, terapeutas, nutricionistas, etc

Neurologia

Estimulação Magnética Transcraniana

Preço das consultas

Tratamentos gratuitos

Hospitais e Clínicas

Laboratórios de Análises Clínicas

Laboratórios Farmacêuticos

Livros

Pesquisa em bancos de dados médicos

Links úteis

Perguntas e Respostas em Psicoterapia, Psicanálise, Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), Psicoterapia Comportamental, Psicoterapia Junguiana

Pág 1   P  2    P 3   P 4    P 5    P 6   P 7   P 8   P 9   P 10

Terapia Ocupacional    Psicoterapia Cognitivo Comportamental (TCC)    Psicoterapia Comportamental   Psicopedagogia    Bullying    Psicoterapia Junguiana    Trauma

 

 

P: Prezado Doutor Rubens, Sou psicóloga e atendo uma moça de 16 anos que veio à terapia trazida pela mãe. Trata-se de pessoa de difícil relacionamento familiar e social. É filha única e diz que desde pequena não consegue manter amigos, briga constantemente com os colegas de escola, quer comandar a vida da mãe, se diz perfeccionista. O nível de rejeição dos colegas é tanto que não aceitam fazer atividades em grupo com ela, porque dizem que ela é orgulhosa, mandona e tudo tem que ser como ela quer. Não consegue pegar um ônibus sozinha. Não gosta das diversões próprias da idade. Eventualmente vai à um shopping com a mãe. Pude ver duas reações estranhas da parte dela, a primeira quando a mãe relatou que é agredida pelo marido e forçada a ter relações íntimas com muita violência e só não se separa porque a filha não aceita. Quando disse a ela que filhos não devem se intrometer nos problemas do casal, ficou emburrada, não disse mais nada e na saída bateu a porta com toda força. Ficou um mês sem aparecer. No sábado passado, durante a sessão, disse que tinha ido apenas me dizer que não havia batido a porta e que não ia mais fazer terapia. Tentei motivá-la lembrando-a que a sua queixa principal era a dificuldade de relacionamentos e que para conseguir ter amigos ela precisaria mudar algumas atitudes no que eu poderia ajudá-la. A moça levantou-se num pulo e saiu gritando. Creio que ela tem alguma Fobia, mas que também existe alguma outra patologia, que ainda não consegui diagnosticar, pois tivemos somente seis sessões. Ela não aceita que discordem dela.Sugeri a mãe levá-la ao psiquiatra. O que o senhor me diz? Obrigado pela sua atenção. Gelza

R: Olá Gelza, acho que voce fez uma indicação adequada ao encaminhar para o psiquiatra, pois sem um tratamento clínico nem seria possível ajudar esta moça em psicoterapia. Dra. Alina Landi

P: Meu problema é a terapia que fiz há alguns anos atrás pois me apaixonei pela psicóloga e achei que estava ficando louco lembro dela e tenho saudade o que eu faço para lidar com a transferência, estou muito triste depois que fiquei sem terapia. O que eu posso fazer para contornar essa situação. Aguardo uma resposta.

R: Sugiro vc. procurar uma outra psicoterapia, desta vez com um homem para discutir as transferências que houveram, que muitas vezes acontecem mas que devem ser desmanchadas e dirigidas para as pessoas reais que influenciam sua vida: fora do consultório. Juarez Lopes Neto

P: Sempre fui uma pessoa tímida e 'normal', mas há 3 anos percebi uma mudança na minha vida, desde então tenho vivido 'automaticamente', sem 'viver' os momentos como antes, tendo dificuldades de captar e conseqüentemente lembrar das coisas.. E isso tem me causado constantes crises existenciais (questionamento sobre tudo, inclusive da vida). Isso pode ser um problema neurológico/hormonal, ou seria psicológico?

P: Analise e questione estes problemas e esta distância da realidade em uma psicoterapia que avaliará se é necessário vc. ser diagnosticado por um medico psiquiatra. Há a hipótese de ser conseqüência de uma depressão e assim poderá auxiliar o tratamento psicológico com medicação apropriada. Dr. Juarez Lopes Neto

P: ADOREI ENCONTRAR ESTE SITE. AMENIZA NOSSAS DÚVIDAS E SOFRIMENTOS. OBRIGADA INICIEI HÁ TRINTA DIAS UM TRATAMENTO COM PSIQUIATRA COM LÍTIO, RIVOTRIL, MEIO À NOITE E HALDOL. SOFRI UMA DECEPÇÃO COM UM FILHO E CHOREI 3 MESES SEGUIDOS. APÓS A MEDICAÇÃO, VOLTEI AO NORMAL. APÓS 40 DIAS ELE SUGERIU PARAR COM O LÍTIO E ENTÃO COMECEI A ME EMOCIONAR NOVAMENTE. O QUE O SENHOR SUGERE?

R: Valdivia, eu sugiro que mesmo voltando à medicação, que é necessário para vc. se equilibrar, que faça também uma psicoterapia para reorganizar suas emoções e equalizar sensatamente esta decepção que ocorreu. Muitas vezes ampliamos e aumentamos os fatos porque idealizamos as pessoas, principalmente as pessoa próximas. Juarez Lopes Neto

P: Boa tarde Dr. Juarez, eu tenho um filho com 16 anos e desde criança ele sempre teve muito medo de tudo. Achei que com o tempo isto iria melhorar, mas infelizmente não melhora. Vou tentar te explicar o que ocorre: Se algum menino da escola dele comentar que ele tem um tênis bacana, ele já acha que o menino está querendo roubá-lo e pensa muitas coisas ruins, chega a chorar de medo e não quer ir mais a escola. Ele diz que vive com medo que eu vou morrer ou a vó dele vai morrer. Enfim só tem pensamentos ruins. Eu vejo que ele sofre com isso, pois deixa de fazer muitas coisas. Será que ele sofre de síndrome do pânico???

R: Eu sugiro consultar um psiquiatra para ele ser corretamente diagnosticado e orientado. Ele pode ter um grande ansiedade (tag) e conseqüentemente descarrega em pensamentos recorrentes negativos ou uma depressão ansiosa. Fazer uma psicoterapia para aprender a “desconstruir” estes pensamentos negativos e ter um dia-a-dia mais tranqüilo e seguro. Dr. Juarez Lopes Neto

P: Meu nome é Valéria, e tenho 38 anos, qdo estava grávida de 34 semanas perdi meu avô que me criou, fiquei muito abalada, depois tive minha 1ª filha, hoje com 1 ano e 8 meses, desde então o nascimento dela, venho tendo sintomas como, taquicardia, visão nublada, dores no peito, formigamento nas mãos e pernas, e um terrivel medo de morrer, já desconfiei que pudesse ter síndrome do pânico, mas nunca procurei um médico, já fiz vários exames e não tenho nada. Além de todos esses sintomas, tem um que ainda não li em nenhum lugar, sinto medo de tomar remédios alopáticos, e qdo tomo os sintomas vem com maior intensidade, como se o remédio fizesse mais mal do que bem. Gostaria de saber o que tenho e porque isso acontece?

R: Vc. deve ter ma grande ansiedade que trazem estes sintomas como conseqüência. Esta Fobia por medicação não é incomum. Tente consultar um psiquiatra para ser corretamente diagnosticada e orientada. Faça uma terapia cognitivo comportamental para conseguir confrontar com suas dificuldades, isto é possível e vc. terá uma qualidade de vida melhor, sem tanta ansiedade. Dr. Juarez Lopes Neto

P: Procurei um psiquiatra pois venho me sentindo muito triste ultimamente, com muita irritação, tenho sido até mesmo agressiva com meus colegas de trabalho, enfim não tenho conseguido me manter calma como costumo ser. Preciso chorar durante horas pra depois me acalmar, isso tudo foi com q me fez procurar ajuda medica, ele me receitou Fluoxetina d 20 e Donaren de 50, mesmo assim não tenho conseguido dormir, ah tbm receitou Rivotril antes de dormir, disse que eu posso estar sofrendo de bipolaridade, eu pergunto isso é possível? Tenho muito medo de minhas reações, pois tem horas q penso em me matar. Gostaria de saber se devo procurar outro profissional e continuo a tomar este medicamentos, espero sua ajuda, Ana Lúcia.

R: Os anti-depressivos demoram em média 30 dias para ter seu efeito completo. Se depois deste prazo vc. não sentir melhoras, sugiro questionar seu médico em relação à dosagem ou mudança de tipo de anti-depressivo ou até procurar outra opinião psiquiátrica. Quanto à bipolaridade para ter um diagnóstico é preciso ter seu histórico de vida e uma anamnese bem feita. Faça uma psicoterapia que lhe ajudará a responder seus questionamentos e atingir um equilíbrio emocional. Juarez Lopes Neto

P: TENHO O COSTUME DE ME IMAGINAR SENDO TORTURADA, ÀS VEZES PROVOCO MARCAS NÃO VISÍVEIS AOS OUTROS. FAÇO TERAPIA MAS NÃO TENHO CORAGEM DE FALAR SOBRE ISSO. MEDICAMENTOS EM USO: SERTRALINA, RISPERIDON RECEITADOS POR UM PSIQUIATRA. NÃO CONSIGO PARAR, FAÇO ISTO TODOS OS DIAS A QUALQUER MOMENTO.

R: Pode see tratar de um TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) ou de um problema psicológico. Mas se vc não confia no seu psicoterapeuta, vai confiar em quem ? Seria interessante você expor esse problema a um psiquiatra (que é médico) para ele fazer o diagnóstico diferencial e sugerir o tratamento mais adequado.

P: Li em um artigo sobre Síndrome do Pânico e tb sobre Transtorno Bipolar, faço terapia com psicóloga e acreditamos que eu tenha os dois transtorno, onde fui encaminhada para um psiquiatra, mas ainda n o procurei,  gostaria de saber se os dois quadros me impediriam de trabalhar, já que minha profissão exige contato direto com clientes, e algumas vezes já aconteceu de eu passar mal, no trabalho, levando assim a conseqüências mais violentas. hoje n estou trabalhando, mas esses transtornos se tornam cada dia mais freqüente em minha vida. e piorando ainda mais, por falta de compreensão por parte de meu marido. gostaria muito de informações, dito acima sobre trabalhar.... no mais agradeço a atenção. Eliani

R: Não demore mais tempo para procurar ajuda médica, ser diagnosticada e medicada para melhorar sua qualidade de vida, inclusive melhorar sua disposição para trabalhar....quanto à psicoterapia continue porque ela é essencial até para conseguir um melhor relacionamento com seu marido. Dr. Juarez Lopes Neto

Perguntas e Respostas em Perguntas e Respostas em Psicoterapia    Terapia Ocupacional    Psicoterapia Cognitivo Comportamental (TCC)    Psicoterapia Comportamental    Terapeuta Corporal Reichiana    Psicopedagogia    Bullying    Psicoterapia Junguiana    Trauma

  Pág 1   P  2    P 3   P 4    P 5    P 6   P 7   P 8   P 9   P 10

Escreva sua pergunta ou o tema de seu interesse na caixa de pesquisa. As páginas com esse assunto serão mostradas.

Pesquisa personalizada