Mental Help:Psiquiatria,Neuropsiquiatria. Psychiatry
Mental Help:Psiquiatria,Neuropsiquiatria. Psychiatry

Dr Rubens Pitliuk

Nossa Equipe

Doenças

Medicamentos

Psicoterapia

Perguntas, Respostas, Depoimentos, Elogios e Críticas

Psiquiatria Infantil

Indicador de médicos e terapeutas

Neurologia

Estimulação Magnética Transcraniana

Preço das consultas

Tratamentos gratuitos

Hospitais e Clínicas

Laboratórios de Análises Clínicas

Laboratórios Farmacêuticos

Livros que você deveria ler, sobre os problemas psiquiátricos e psicológicos descritos neste site

A  Livraria Cultura doa uma pequena comissão que ajuda a manter as despesas do site.

Pesquisa em bancos de dados médicos

Índice Alfabético

Links úteis

Distimia ou depressão subclínica crônica desde a infância ou adolescência, com períodos de piora nos quais a Depressão é mais evidente. Se não melhorar em 2 a 3 meses, precisa reavaliar o tratamento.

Personalidade melancólica pode ser Distimia Perguntas e respostas

Pág 1 P 2 P 3  P 4 P 5 P 6

Todas as perguntas respondidas Dr. Rubens Pitliuk, a não ser quando outro autor é citado.

 

 

 

P: Hoje foi o meu primeiro contato com a palavra Distimia e seu significado.
Minha cunhada disse que tenho a doença, mas em toda minha vida o único sintoma que familiarizei foi a insônia, não trabalho fora e gosto do silêncio da noite para estudar, ler ,ver um filme. Não tenho filhos e meu marido sai as seis da manhã para o trabalho. Não preciso estar de pé tão cedo, para rotinas maternais.
Meu marido teve Depressão e somente minha cunhada e eu demos o suporte emocional que meu marido precisava para sua cura. Além do tratamento psiquiátrico, claro. Desde então vejo meu marido como um homem capaz de aprontar uma a qualquer momento, então preparo-me constantemente para qualquer desgraça anunciada ou não.
Tenho 41 anos e antes da Depressão do meu marido eu era o ser humanos mais desencucado da face da terra e a vida sempre foi linda. Por mais estranha que fosse, era sempre linda.
Será que sou Distímica por estar vendo um pouco menos a vida linda? Não a vejo cinza, não a vejo mais como um céu de Brigadeiro.

R: Distimia significa um estado depressivo que vem desde a infância. Pelo que entendi, seu estado meio melancólico começou depois de adulta, portanto tecnicamente não seria uma Distimia. O que não quer dizer que vc não possa se tratar, lógico

P: Tenho quase 61 anos e recentemente fui diagnosticado com Distimia, o que explica algumas passagens da minha vida. Foi um certo alívio, antes eu pensava que simplesmente era assim. A minha médica me prescreveu Efexor (iniciei com 75 e agora estou tomando 150 mg/dia). Li em algum forum que o Efexor não seria o remédio indicado para Distimia e também não seria um remédio para tomar durante toda vida (provavelmente eu teria que tomar pelo resto dos meus dias, e não me importo). (De noite tomo Donaren). Qual a sua opinião a respeito de Efexor e Distimia?  A médica também me aconselhou terapia, mas não estou com vontade de fazer. Não estou querendo mudar muito e além disto acho que já estou velho para isso. Tenho consciência racional dos meus problemas e poderia se argumentar que falta o emocional. Mas, realmente no momento não quero. Já fiz terapia no passado e não vi muitos resultados.

R: Efexor pode ser muito eficaz em Distimia sim. Se não for para você, é só trocar. Se é para o "resto dos teus dias" ou não, ainda é cedo para se preocupar com isso. Com relação à terapia, aos 61 anos, em parte vc está certo, em parte não está. Parte do teu comportamento do dia a dia vem da sua personalidade, mas parte vem da Distimia e às vezes é bom um terapia para dar uma limpada em comportamentos Distímicos.

P: Olá, tenho 28 anos e tenho Distimia diagnosticada a um ano e meio, embora tenha sempre sentido, desde a infância, os sintomas deste distúrbio. Inclusive, já havia passado por tratamentos psiquiátricos anteriores, sem sucesso, em que se diagnosticava "depressão", o que eu entendo, hoje, por episódio depressivo. Melhorava com a medicação, deixava de tomar o remédio, mas depois voltava. Enfim, neste último ano e meio, desde a detecção de Distmia, tenho me tratado com psicoterapeutas e psiquiatras, tomando, na maior parte deste tempo, 150 mg de cloridrato de Venlafaxina pela manhã e meio comprimido de Rivotril à noite. Há seis meses, entretanto, tive uma mudança de cidade - por conta de meu emprego - ficando mais próxima da família, e estou prestes a morar junto com meu noivo. O novo ambiente de trabalho, por incrível que pareça, mesmo sendo mais próximo da minha cidade onde moro, ao invés de melhorar, piorou. Tive dois acidentes com meu joelho, em curto espaço de tempo. Desde então, meu quadro piorou muito. Passei a ter insônia crônica e o tratamento com 150 mg de Cloridrato. de Venlafaxina e o Rivotril não conseguiu conter esse meu estado. Minha médica pediu, então, que eu passasse a tomar 225mg do mesmo antidepressivo. Só que, já a 10 dias com essa dosagem, não sinto melhora no meu estado de ânimo, e passei a sentir efeitos físicos indesejados, como enjôo, tremores nas mãos, irritação, pressão na nuca. Continuo com a psicoterapia. Gostaria de uma segunda opinião: Devo sugerir a troca de medicamento a minha médica, isto tudo é devido aos acontecimentos atribulados dos últimos meses ou estou ficando "resistente" ao tratamento? Obrigada.

R: Olha, com tantas opções de tratamento, por que insistir na Venlafaxina (Efexor, Venlift, Venlaxin) que não trouxe resultados maravilhosos e está te trazendo colaterais ?

P: Eu era uma pessoa extrovertida, fazia teatro, dava aulas de violão etc. Estou na Polícia há 28 anos. Desde o meu ingresso, fiquei exatamente com todas as características de uma pessoa Distímica. Adoro contar piadas (mas não acho graça nelas). Doutor, por favor me esclareça se o meu problema tem solução com o tratamento adequado ou se só me livrarei dele quando me aposentar pois o meu mau humor é 24h por dia e não vejo graça em nada. Me ajude por favor.

R: Eu não diria Distimia porque Distimia vem desde a infância ou adolescência, mas vc pode estar passando por uma fase depressiva ou por um esgotamento decorrente da vida muito estressante que algumas profissões costumam ter (principalmente médicos, policiais e jornalistas). Claro que isso pode ser tratado.

P: Tenho 55 anos e sou Distímica desde a adolescência. Não me tratei até os 36 anos, quando comecei a fazer psicoterapia (fiz dos 36 aos 52 anos). Comecei com os medicamentos antidepressivos a 10 anos atrás, mas tomava durante um período e quando os sintomas desapareciam eu interrompia o tratamento. Agora estou em tratamento contínuo a um ano e meio tomando 150 mg de Bupropiona + 150 mg de Venlafaxina 2 vezes ao dia. Os sintomas da Distimia melhoraram muito entretanto a minha memória está péssima (ela piorou bastante desde que iniciei com esta medicação).
Queria saber a opinião de vocês sobre a causa da perda de memória, se ela pode reverter e se pode evoluir para algo mais grave, como Alzheimer, por exemplo.
Se meu psiquiatra não der importância às minhas queixas, posso procurar um neurologista e fazer um tratamento para a memória, concomitantemente ao uso dos antidepressivos?
Existe algum trabalho científico que relacione o uso prolongado de antidepressivos com a perda de memória?
Podem indicar um especialista em distúrbios da memória no Rio de Janeiro?

R: É improvável, mas qualquer remédio de uso contínuo pode, com o tempo, provocar efeitos colaterais improváveis, impossíveis, raros. Por outro lado, na ausência de depressão, stress e Hipotireoidismo, é difícil achar outra explicação para a perda de memória na tua idade. Alzheimer com 55 anos existe, mas extremamente raro. Claro que vc pode tratar a memória paralelamente, mas acho que teu médico vai preferir parar um dos dois antidepressivos de cada vez, para ver se um deles é o culpado.

P: Olá. Sou uma pessoa infeliz e insatisfeita com tudo e sempre me senti assim. Não tenho mais vontade de sorrir nem com piadas. Quando estou com TPM fico insuportável. Tenho altos e baixos, períodos muito depressiva outros de melhora. Tenho 41 anos e uma Bebe de 2 aninhos. Lendo seu site deduzi que posso sofrer de DISTIMIA, porque me enquadro nos sintomas. Estou me automedicando, comecei a tomar PONDERA ( Paroxetina). Também fui a um clínico geral que receitou medicamentos manipulados fitoterápicos, porém, ainda não comecei a toma-los. Fitoterápicos podem me ajudar? O que voce acha de continuar tomando Pondera? Ah! Já fui em psiquiatra viu, decepção total.

R: Pondera é uma das boas opções para Distimia. Para TPM existem várias opções sem precisar antidepressivos nem hormônios. Mas Fitoterápicos que eu saiba não existem nem para Distimia nem para TPM.

 Perguntas e Respostas sobre Distimia: Pág 1 P 2 P 3  P 4 P 5 P 6

Escreva sua pergunta ou o tema de seu interesse na caixa de pesquisa. As páginas com esse assunto serão mostradas.

Pesquisa personalizada

 

Dr Rubens Pitliuk    Nossa Equipe    Doenças    Medicamentos    Psicoterapia    Perguntas, Respostas, Depoimentos, Elogios e Críticas    Psiquiatria Infantil    Indicador de médicos e terapeutas    Neurologia    Estimulação Magnética Transcraniana    Preço das consultas    Tratamentos gratuitos    Hospitais e Clínicas    Laboratórios de Análises Clínicas    Laboratórios Farmacêuticos    Livros que você deveria ler, sobre os problemas psiquiátricos e psicológicos descritos neste site    Pesquisa em bancos de dados médicos    Índice Alfabético    Links úteis