Mental Help:Psiquiatria,Neuropsiquiatria. Psychiatry
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Dr Rubens Pitliuk

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Medo de desmaiar, falta de ar, tontura, pernas bambas, tudo isso pode ser Síndrome do Pânico, que na maioria das vezes tem tratamento fácil

Agorafobia e Transtorno do Pânico

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Perguntas e Respostas Depressão e Pânico na gravidez  Stress  Pós Traumático Stress

 

 

 

Olá. tenho 16 anos e comecei a sofrer da Síndrome do Pânico a 15 dias.. começou quando tava na casa de um amigo e minhas pernas começaram a tremer e meu coração a bater muito forte. a sensação é horrível..as vezes choro pensando que vou morrer, tenho medo de dormir e não acordar mais e não tiro da minha cabeça que tenho uma doença grave, acordo no meio da noite com o coração disparado e suando..as vezes começa a faltar ar, minha respiração fica curta e eu fico pálida..e isso me deixa mais angustiada

O meu caso parece meio assustador, mas eu vou conta-lo para vocês.
Tenho apenas 14 anos, e os transtornos da Síndrome do Pânico, começaram aos 13. No começo eu não tinha vontade de viver, me sentia fraca, impotente, no fundo do poço. Chorava cerca de 20 horas por dia e dormia so 4 horas. A minha vida tinha se tornado um inferno, pois além da SP estava com TOC e depressão, isso tudo aos 13 anos.
Tinha vezes em que eu deitava no meio do banheiro e ficava alí durante horas no chão olhando para o teto, sem rumo, sem saída, completamente perdida. Me sentia uma fracassada, uma inútil, a minha vida já não tinha mais graça.
Eu não conseguia me olhar no espelho. Tinha ataques de SP do nada, no meio da aula. Mas o que sempre me deu mais raiva foi a dó que as pessoas tinham de mim, eu me sentia ainda mais impotente. Hoje deve fazer mais ou menos 6 meses em que estou em tratamento, posso dizer que já melhorei muito, mais ainda tenho muito em que conquistar.
Porém posso dizer que tudo na vida tem um porque, eu o porque disso ter acontecido comigo foi a necessidade de me fortalecer. Hoje não é muita coisa que consegue me afetar, meu coração virou uma pedra, sou tão forte em que consigo dizer para mim mesma "Pode vim medo, eu não tenho medo de você, eu acabo com você". Então eu digo para todos aqueles que sofrem disso, não tenham medo porque o único jeito de você vencer ele, é enfrentando-o.
FORÇA, não desista, não entregue o jogo fácil, vá ate o fim, e reze muito, com certeza procure uma ajuda médica e siga o tratamento à risca.

Excelente, posso dizer que fui e não sou mais vítima da Síndrome do Pânico, tenho 32 anos e a 1ano e 4 meses, perdi minha mãe, já ha 3anos ela vinha sofrendo de várias enfermidades, e o seu final foi Cirrose hepática (se desenvolveu por uma hepatite mal curada qd pequena) era a caçula, a filha de todos os momentos, todas as horas, embora tivesse irmãos eles não conviverão com ela como eu. Já muito cansada, cuidando dela ,da minha casa filha e esposo, conseguia por grandes milagres dar conta de tudo, estava esperando e sabia que ela ia morrer,31 de out. de2006 minha mãe faleceu embora esperava o acontecido sofri muito que me confortava era de saber que ela estava muito melhor que nós no céu. Depois de 1 mês passado, estava eu na casa de uma amiga comecei de repente sentir um lado do meu rosto adormecer, ela cv comigo, mas comecei a ficar preocupada e dizia "Maristela não tá me dando paralisia facial? expliquei a ela ,e ela me disse que não, estava tudo bem, de repente comecei a sentir uma sensação horrível senti um sentimento chamado morte, chamei meu esposo e falei que não estava bem e pedi que me levasse ao pronto socorro. Fomos, no caminho comecei a ter crises mais fortes , pernas formigavam, coxas tremiam, boca seca ,coração acelerado, unhas roxas, um gelo na cabeça ou no cérebro não conseguia distinguir de tão terrível, fogo subindo pelas costas e ao mesmo tempo um gelo horrível. Desci do carro mais que depressa, entrei no hospital e pedi que me atendessem com urgência, mediram minha pressão estava alta, nunca tive pressão alta, o medico me examinou e disse que era nervosismo, fui medicada, naquela madrugada tive outra crise um pouco mais fraca, e no dia seguinte chamei um medico de nossa confiança e em poucas palavras que falei ele me disse que era Síndrome do Pânico, tomei apenas uma medicação ( ansiolítico )e daquele dia em diante as crises so pioraram, tinha 3 crises por dia ,era desesperador, sou evangélica e orava muito pedia pra Deus me livrar daquilo pois era muito horrível. No dia de ano procurei o melhor Neuro da minha cidade onde pude dizer tudo o que sentia, e  ele me explicou em detalhes o problema e passei a tomar as medicações certas. Dentro desse 1 ano e 2 meses de tratamento tive recaídas, crises, e fazia o tratamento no pé da letra, passei por todas as experiências que um Pânico possa fazer uma pessoa sentir, se doesse em qualquer lugar achava que estava com vários tipos de doença, nada hoje entendo e pra entender tive que primeiramente buscar a ajuda principal "DEUS" depois o médico, os remédios, e o apoio da família , amigos e irmãos da minha Igreja que muito me ajudaram em oração. Duas coisas incríveis me aconteceram "não tive depressão e quando passava as crises era outra mulher ,podia pegar o carro e enfrentar qualquer trânsito". Meu medo era a morte, morrer de Cirrose hepatica, cancer ,etc...
Tudo o que a ciência explica devo a esse "SITE" que muito, mas muito me ajudou, vcs não tem um pingo de noção do quanto vcs me ajudaram com depoimentos que lia, palavras do medico que me incentivava, vcs foram uma bênção na minha vida. Hoje sei tudo praticamente tudo sobre a Síndrome do Pânico, pois muito pesquisei, e com essas pesquisas que incluem vcs obtive força de vontade, pois a sp necessita ser tratada ,mas o melhor remédio esta dentro de nos mesmos. Estou em fase inicial de um termino de tratamento e agradeço principalmente a Deus , a medicina que e tão abençoada por Deus, e a vcs medicos que são nossos canais para uma saúde abençoada. Que esse Site permaneça sempre ajudando as pessoas com a mim que muito me ajudou! de coração Claudineia.

Li alguns depoimentos e resolvi falar da minha experiência. Recomendo a todos que não desistam do tratamento contra Síndrome do Pânico, Stress, Ansiedade, Enxaqueca. Procurem tratamento médico o mais rápido possível, e tratamento psicoterápico também que é fundamental. Durante muitos anos tive depressão, ansiedade, pânico, e achava normal me sentir daquele jeito. Até que comecei a ter fortes crises de enxaqueca que só podiam ser atendidas em hospitais. Procurei um neurologista, e comecei um tratamento com Tryptanol (Amitriptilina) e já estava sendo atendida por uma psicóloga. Há 7 anos faço terapia, já tive alta mais não quero parar o atendimento portanto vou às sessões quinzenalmente. Não tenho mais as dores de cabeça, tomo diariamente 1 comprimido de Clomipramina (Anafranil ou Clo) sou uma mulher muito alegre que consegue ver cor no mundo, um mundo que antes era cinza. Recomendo atividades físicas. Em 2002 me inscrevi numa academia de Dança de Salão, e mudei a minha vida, hoje não freqüento mais as aulas, porém freqüento os bailes, fiz novos amigos, além da atividade física há o contato com amigos. Tenho 54 anos, e vivo tudo de forma intensa, de bem com a vida em paz comigo.

para controvérsias de todos, o Pânico me tornou uma nova pessoa, após a terrível crise, dentro de um carro, na carona de meu primo, voltando de um fim de semana muito agradável e divertido, tínhamos conversado sobre coisas boas da vida, como estávamos felizes com a nossa faculdade de direito e tudo mais, estávamos perto de casa já, a 40 km de estarmos no aconchego do lar, e muito felizes, dois rapazes de 20 anos, que convivemos juntos a vida inteira como irmãos, e de repente, escureceu o mundo pra mim, me senti na irrealidade, me joguei contra a porta, e falei pra ele parar o carro, saí em desespero, rumei o lado de um matagal, levantei as mão pro céu e pedi pra Deus não me levar sem eu dar um abraço na minha mãe. Não entendi nada, meu primo veio correndo e falo, e Síndrome do Pânico, pois o cunhado dele tinha, e ele logo reconheceu os sintomas, chegamos em casa, depois de 4 ataques em 40 km, fomos ao Ps, minha pressão tava muito alta, me deram remédio para baixar a pressão, e logo estava normalizando, mas de repente, antes de sair do Ps, de novo, tudo de novo, fui para casa, amarelo, sem forças, quis dormir com minha mão, mas infelizmente, no meio da madrugada...tudo de novo. Fui no psiquiatra no mesmo dia pela manhã, e logo foi receitado Paroxetina, em 15 dias já não sentia mais vontade de "sair de dentro de mim" para parar de sofrer, comecei a dar muito valor aos entes queridos, mudei de vida, vivo em felicidade e harmonia com todos, me envolvo em tudo o que posso para ajudar quem tem isso, enfim, foi uma coisa boa que se tornou, incrivelmente, como um ponto do antes, e do depois para mim, antes disso, eu era rude com minha família, brigava com todos, era mal caráter, e fazia mal sem ver a quem, depois disso, mudei, tenho no coração muito amor e carinho para dar a todos, graças a minha família, a Deus e a meu psiquiatra. Sofri no começo sim, como todos, mas hoje, vivo intensamente e muito mais feliz do que antes, e estranho falar disso, e parece sarcasmo, mas eu uso essa doença pra me fortalecer e ser uma pessoa melhor a cada dia, então, aproveitem o lado bom, talvez isso tenha me curado tão logo. Tenho crises sim, mas sabe o que eu faço quando elas chegam? as ignoro por completo, continuo normal, pois sei que no máximo em 30 minutos ela vai acabar, e quem fica sou eu, o vencedor, assim como vc também é vencedor!
To mudando de remédio, vou passar da Paroxetina pra Sertralina, pois a Paroxetina tava me fazendo engordar, vamos ver no que vai da, mas medo, esse eu deixei de lado, vamos viver, que la fora existe um mundo de oportunidade, me formo advogado logo, e comigo, so levo coisas boas e aprendizados, espero que com esse depoimento de força de vontade, ajuda externa e interna, alguém que esteja passando por uma crise quando ler, possa levantar a cabeça e falar. EU SO MAIS QUE VENCEDOR...Obrigado a todos, e sejam felizes!!

Tenho muito medo de passar mal, fico me questionando o tempo todo para achar algo q me conforte, não agüento mas pensar nisso, nos últimos dias tenho ate medo de sair de casa, sou bem humorada entendo um pouco sobre o que sinto, mas as vezes confundo minhas emoções, por ex se recebo uma notícia triste em vez de ficar triste tenho medo de passar mal pela notícia e assim também com notícia corriqueiras uma bronca do chefe ou ate mesmo fazer uma viagem, me da uma insegurança imensa em saber como será.
É uma ansiedade imensa q esta me fazendo muito mal, acho q tenho pânico, pq já cheguei a sentir os sintomas de suor mão suada coração disparado e um sintoma horrível de parecer que eu desmaiar.....Não bebo e nunca usei drogas tenho que ser lúcida o tempo todo e quando, estou tomando Lexotam de 3 ml metade de manhã e metade a noite, mas ainda não estou 100%....me da uma luz.....obrigada...tenho 37 anos e minha vida é super tranqüila.

Há algum tempo vinha percebendo uma certo mal estar em locais pequenos, fechados, e com muitas pessoas. O problema ficou claro num destempero que tive num elevador. Estava eu e outra pessoa, quando o elevador parou num andar e entraram muitas pessoas, acho ate que passou da lotação. Assim que a porta fechou, senti um mal estar muito forte, suor, nervosismo... não consegui me controlar e comecei a gritar, bater na porta... o elevador parou logo depois e saí e fiquei zonzo e muito envergonhado...não procurei ninguém, ao invés, fui me afastando das pessoas e dos elevadores. Passei a chegar alguns minutos antes no caso de ter compromisso em edifícios.
Mas o problema não sumiu, uns dois meses depois, estava na casa de uma amiga e fui usar o banheiro, não sabia que a porta estava com problema e só abria por fora. Na hora que tentei sair e não consegui abrir a porta, veio o mesmo mal estar que senti no elevador, da mesma forma fiquei fora de controle, comecei a gritar, bater na porta...acabei com a relação pois tinha muita vergonha do que aconteceu e não atendi mais as ligações dessa amiga. Hoje vivo praticamente em casa, evito o máximo em sair, não uso elevador, não ando de Van, Metro... enfim, praticamente uma vida sem vida. Tratamento, ainda não tive coragem de procurar ninguém.

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